sábado, 29 de novembro de 2008

EU QUERO UM AMOR


Eu quero um
amor de repente.
Nem precisa ser
pra sempre,
também
nem precisa
durar muito.
Um amor assim,
meio boêmio, ao som de
samba e bossa nova.
Eu quero um
amor contente,
com um ar
adolescente.
Um amor que
sobreviva nas
madrugadas sem
fim.
Eu quero um
amor com sabor
de vinho
do porto.
Um amor que
qualquer
tempo é pouco.
Eu quero um
amor maior
que a minha
vaidade, e sem
preocupação com
fidelidade.
Um amor
recheado de
tesão.
Eu quero um
amor que não
vire cinema.
Um amor
que caiba só
no poema.

6 comentários:

Eduardo Meireles disse...

Você quer só isso??? rsrss

o texto é muito bonito...

Homenzinho de Barba Mal feita disse...

Eu também quero um amor assim...rs
Gostei da cadência do poema. Simple e direto...

http://hdebarbamalfeita.blogspot.com/

Por Ricardo Cazarino disse...

Olá!
Encantador o jogo de palavras em busca do amor...Talvez não seja tão difícil encontrar um amor que pulse dentro do peito e que reflita em teus olhos...o tempo com ajuda do tempo vai lhe trazer esse amor.....
Bjs

Pedro Bandoli disse...

Muito bonito o texto! Apesar do blog ser rosa demais! =D
MAs eu gostei! se quiser troca de links ! http://olhandoatraves.blogspot.com/

José dos Reis Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
José dos Reis Santos disse...

Teu infinito.
José dos reis Santos.
(Poeta procopense).

...Diante de tanta beleza e ternura,
nada há que suplante o silêncio e a doçura,
da contemplação do infinito, que há em teus olhos...
Acho que os tenho, dentro dos meus.
Por isso vejo tantas cores, tantas flores, tanto ar, tanto mar.
Mesmo se eu esteja distante de tudo.

Ah, menina residente de mim,
cujo coração, já se fundiu com o meu.
O implacável tempo nos emoldurou,
como se as paredes brancas da sala,
nos tivessem assimilados...
Eu do teu, e tu de meu lado.

Não há um instante, nem naquele em que
a tinta transcorre no papel, para eternizar-te
em meu poema.
Que apague o tema ou
que não esteja nas misturas das cores,
tingindo meu céu.

Posso soltar uma lágrima que borre as letras,
que misture a tinta no sal.
Ainda assim, não se confunde as cores,
no meu visual.
Nada há que eu não sinta,
o infinito que vejo em teus olhos...

Belíssimos poemas, belíssima poetisa!

Vc lei no 3am, o meu poema O touro, se leu o que achou, gostou...

Boa tarde - beijo do poeta!